Superávit de R$ 1,3 bi em 2017 é divulgado pelo Governo Central

Foram registrados em 2016 pelo Governo Central um superávit de R$ 1,3 bilhão referente a valores nominais em novembro de 2017, superando o déficit de R$ 38,5 bilhões referente ao ano de 2016 na comparação com o mesmo período. Diante do acumulado em 2017, o déficit primário sofrido pelo país atingiu a casa dos R$ 101,9 bilhões, em comparação com os R$ 98,8 bilhões em 2016.

Segundo Ana Paula Vescovi, secretária do Tesouro Nacional, o fato é que uma melhora relativa nos números apontam para uma recuperação ligada a arrecadação tributária que teve início no segundo semestre de 2017, “decorrente do impacto positivo que as medidas econômicas têm ocasionado na recuperação da atividade e no esforço de contenção das despesas discricionárias”.

Levando em conta o cumulado de 12 meses, podemos observar que o resultado primário apresentado pelo Governo Central buscou um déficit de R$ 167 bilhões, número equivalente a uma redução de (-2,5%) do valor total do PIB. Esse valor foi corrigido pelo IPCA – Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo – no mês de novembro de 2017.

Vescovi também lembrou que o resultado fiscal obtido pelo Governo Central em 2017, apresentou melhores retrospectos do que as projeções lançadas diante dos decretos voltados para a programação orçamentária e financeira do ano passado. De acordo com a secretária, muito outros fatores propiciam para uma melhora. “No segundo semestre, com a ampliação da meta em R$ 20 bilhões, o déficit passou de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões, a recuperação das receitas e alguns riscos fiscais não se concretizaram, além de termos racionalizado a concessão de subsídios”, afirma a secretária.

Em relação às despesas referente ao acumulado em 2017, o cifra fechada foi de R$ 1,1 trilhão, equivalentes a um aumento de R$ 122,1 milhões na comparação com o mesmo período em 2016. A execução das despesas no ano passado permaneceu abaixo das previsões esperadas em decretos das programações orçamentárias e financeiras, permitindo que os aspectos econômicos das metas fiscais para este ano pudessem ser revisados.

 

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