Você sabe o que são ações? Conheça mais sobre essa modalidade de investimento!

Alguma vez você já viu o comercial de uma grande empresa e pensou que gostaria de ser sócio dela? Pois saiba que esse objetivo não é tão impossível quando você imagina. Basta ter acesso a suas ações!

Uma ação é como um título, emitido por uma empresa, que garante a seu dono o direito de propriedade sobre uma porcentagem do negócio. Ou seja, ações são frações de uma empresa.

Quando você compra uma ação, passa a ser dono de uma pequena parte do negócio e tem direito a receber dividendos, proporcionais a sua ação, sempre que a empresa dividir seus lucros entre os sócios. Também é possível lucrar com a variação de preços das ações, pois elas costumam se valorizar ao longo do tempo.

Ações são negociadas em bolsas de valores e, para acessá-las, é necessário fazer o cadastro em uma corretora de valores. Também é possível adquirir ações através de bancos, mas o serviço oferecido por eles costuma ser mais caro.

Embora boas ações tenham tendência a se valorizar com o tempo, no curto prazo a variação de preços pode diminuir seu valor, por isso são consideradas um investimento de longo prazo. Dependendo do momento em que a economia se encontra, essa variação pode ser bem drástica.

Além disso, antes de comprar ações de uma empresa é necessário conhecer sua situação financeira, as práticas de gestão de sua diretoria e também as perspectivas, atuais e futuras, do mercado em que ela atua. Empresas costumam fornecer estas informações em seus sites, na área “relação com investidores”, e também através de relatórios que enviam periodicamente a bolsa.

Também é importante para o investidor contar com o apoio de profissionais experientes no mercado, que possam orientá-lo a respeito das melhores oportunidades. Felizmente, corretoras costumam fornecer gratuitamente esse tipo de serviço.

Embora investir em ações seja mais arriscado, a margem de lucro compensa e, com uma boa gestão de risco, é possível ter rendimentos bem superiores aos oferecidos pela renda fixa.

Expectativa da Selic permanecer em 6,5% em 2018 aponta dólar e inflação altos

A previsão da Taxa Básica de Juros (Selic) foi mantida pela empresa Focus. Os economistas preveem ainda a redução das expectativas de crescimento e também indicaram as elevações das contas do dólar e da inflação para 2018. Isso aconteceu após o Banco Central confirmar piora no mercado externo e uma recuperação mais lenta e gradual do Brasil no ano.

O mercado ainda vislumbra que a Selic irá terminar 2018 nos 6,5% e prevê para 2019: 8%. Tal cenário também foi corroborado pelo chamado Grupo Top 5, que é o mais assertivo com relação à economia.

Como o esperado, o BC já havia mantido a taxa da Selic em 6,5%, indicando assim, segundo especialistas, que a probabilidade é de não mexer tão cedo. Já os investidores, esperam a ata do encontro ser divulgada, para que possam contar com mais “pistas” relacionadas às pretensões do Banco Central.

Os especialistas em economia, consultados no Focus, aumentaram a projeção do dólar para o ano corrente, prevendo também para 2019 R$3,60. Relacionado ao PIB (Produto Interno Bruto), as perspectivas apontaram forte redução ainda em 2018. A estimativa é de crescimento de 1,55% (2018) e 2,6% (2019), mais baixos quando comparados a 1,76% e 2,7% antes.

No caso da inflação, a estimativa que sugere alta do IPCA chegou até 4,00% em 2018 e 4,1% para o próximo ano.

Com todo o cenário formado, o mercado prevê uma redução no crescimento da economia, principalmente com base na crise de abastecimento ocorrida com o protesto dos caminhoneiros. Ainda conforme o Focus, a estimativa do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) aumentou de 3,5% para 3,6% em 2018, tendo a previsão ajustada para 2019, de 4,01% para 4%.

O fator dos juros básicos, diminuídos pelo Copom, reforça a tese de que as operações de crédito fiquem mais baratas, incentivando a produção e também o consumo, proporcionando maior controle da inflação. A probabilidade é de que o Banco Central só corte a Selic, se estiver seguro de que os preços estão controlados e sem risco de um grande aumento.

Segundo projeções as vendas de caminhões devem crescer 30% este ano

Os representantes do setor de caminhões estão otimistas, após o desempenho positivo no final do ano passado no mercado brasileiro. As projeções de crescimento para este ano são de 9,5% a 30%.

A empresa Mercedes-Benz é a líder nas estimativas mais confiantes, enquanto a Fenabrave espera um avanço menor, porém em todos os casos as comparações são com números baixos.

A Anfavea prevê aumento de 24,7% de emplacamentos de veículos pesados, o que inclui os ônibus que devem retornar mais lentos em 2018.

O vice-presidente da Anfavea explica que essa é uma alta previsão em cima de uma base baixa.

Os executivos destacam a necessidade de renovar as frotas e melhorar a economia como um dos principais impulsionadores de vendas este ano.

As projeções do presidente da MSN/Volkswagen Caminhões e ônibus, Roberto Cortes, são de que os avanços no meio do caminho sejam de 10% a 20% segundo a Reuters. A expectativa subiu, pois em alguns meses atrás ela era de 8% a 10%.

A Ford também alterou sua programação na fábrica no ABC, devido aos indicadores positivos e espera um aumento de produtividade em 45% nos três primeiros meses, em cima dos últimos três meses de 2017.

As vendas de caminhões encerraram o ano de 2017 com alta de 3,5% em comparação a 2016, que foi o pior ano depois de 1996 para essa produção. Mesmo com crescimento da produção em 37%, as unidades instaladas no país ainda trabalhavam com apenas 25% de sua capacidade no fim do ano.

A espera é de que haja uma aceleração nas linhas de montagem, devido a Volkswagem cancelar as férias coletivas de final de ano na fábrica localizada no Rio de Janeiro e com a abertura de 300 vagas de emprego.

Em 2016 foram 1,4 mil funcionários demitidos pela Mercedes-Benz na unidade de São Bernardo do Campo, e em dezembro de 2017 anunciou a contratação de 266 funcionários com início de atividades em fevereiro e contrato temporário de 1 ano.

A Ford Caminhões utiliza um sistema flexível onde os mesmos funcionários da linha de produção de carros trabalham na linha de produção de caminhões, evitando assim horas extras, novos turnos ou trabalhos nos finais de semana.

A estimativa da Anfavea para este ano é que as exportações de veículos pesados aumentem 12,8%, com um total de 42,2 mil unidades.