52ª edição do prêmio Carro do Ano vai para Carlos Alberto de Oliveira Andrade

Sentindo-se honrado e feliz com o prêmio que ganhou, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, chairman do maior conglomerado de vendas e produçao de veículos automotivos do Brasil, a CAOA, comenta que esse prêmio reforça a idéia de que a empresa está no caminho certo e que as recentes parcerias da empresa permitiram que o sonho de montar uma nova marca de automóveis com seu nome e uma montadora totalmente nacional se concretizasse, a CAOA CHERY.

 

Com o sucesso de vendas de seu predecessor Tiggo2, o novíssimo Tiggo8 com tecnologia hybrida e elétrica e com sete lugares, ainda não tem data para ser lançado mas deverá ser produzido no país. No famoso Salão do Automóvel de São Paulo, a CAOA CHERY apresentou também seu novo sedan Arrizo5, já disponível para ser comprado em todo país. Ainda para o natal deste ano, a empresa promete o tão esperado SUV Tiggo5X e para o início de 2019 seu terceiro SUV, o Tiggo7.

 

O prêmio é organizado e oferecido pela revista AutoEsporte da Editora Globo conhecido como “Carro do Ano”, escolheu Carlos Alberto de Oliveira Andrade como ganhador deste ano na categoria “Executivo do Ano de 2019” que após conseguir acordos de cooperaçao com a famosa CHERY, possibilitou a criação desta nova e arrojada empresa no setor automobilístico nacional.

 

Doutor Carlos, como é chamado devido à sua formação médica, já superou a surpreendente linha dos um milhão de automóveis vendidos no Brasil.

 

Ainda no início de suas atividades, a CAOA CHERY com um explosivo crescimento em suas vendas, pulou de vigésimo colocado no Ranking de Market Share das marcas no país para décimo quinto colocado mesmo antes do lançamento de seus novos modelos.

 

Apesar de ser formado em medicina, quando comprou um Ford Landau em 1979 na conecessionária FORD de Campina Grande no estado da Paraíba e a empresa faliu antes mesmo de entregar-lhe o automóvel, Carlos Alberto de Oliveira Andrade sentiu seu lado executivo falar mais alto e terminou por assumir a concessionária para compensar o pagamento do automóvel que ele já havia efetuado, fundando a concessaionária FORD chamada CAOA. O que certamente marcou o início desta história de sucesso foi o fato de que em poucos anos a empresa se tornou a maior revendedora da FORD na America Latina em 2006.

 

Em 1992, com a liberação da importação de veículos, a CAOA torna-se a importadora oficial da marca RENAULT com exclusividade no Brasil.

 

Mas não ficou somente com a marca FORD e RENAULT, em 1998 a Subaru também entrou no seu leque de parceiros, tornando a CAOA sua importadora oficial. Em 1999, a Hyundai, interessada no mercado brasileiro, investe forte em marketing, vendas e pós-venda e com a ajuda da CAOA conquista grandes volumes de vendas no país.

 

O estado de Goiás foi o escolhido por Carlos Alberto de Oliveira Andrade para erguer a CAOA Montadora de Veículos S/A, mais precisamente no DAIA, o Distrito Agroindustrial de Anápolis. Com elevada automatização e qualidade nos processos produtivos, a empresa de R$ 1,2 bilhão, foi construída com recursos da própria empresa em 2007.

 

Em 2010 foi ganhou prêmio como “Empresa do Bem” da revista “Istoé” por causa de seu esforço para reaproveitar resíduos da produção de veíulos e de sua ajuda no reflorestamento do país.

 

Dos 179 distribuidores da Hyundai, a CAOA de Carlos Alberto de Oliveira Andrade recebeu o título de “Distribuidor do Ano” da matriz da Hyundai Motor Company, que nunca havia dado este prêmio a nenhuma empresa que não fosse da Europa.

 

No final do ano passado, a CAOA se uniu a CHERY, uma das maiores empresas de exportação de automóveis da China, num acordo de cooperação entre as duas empresas que se tornou histórico e assim nasce a CAOA CHERY, nova montadora totalmente brasileira.

O que é marketing de novas mídias? Conectando-se com um público moderno

Definição: O marketing de novos media centra-se na promoção de marcas e na venda de produtos e serviços através de canais on-line estabelecidos e emergentes , aproveitando esses elementos das novas mídias para engajar potenciais e atuais clientes. O novo marketing de mídia engloba muitos meios diferentes, incluindo publicidade gráfica, marketing de conteúdo e promoções de mídia social . O objetivo de todo novo marketing de mídia é fazer com que os consumidores interajam com a marca, envolvendo-os de uma forma que aumente a conscientização e se correlacione com as vendas.

Como o notícias dee marketing de mídia estão mudando o comércio eletrônico?

Os consumidores de hoje recebem uma quantidade incrível de informações, permitindo que eles pesquisem completamente suas compras antes de entrar em contato com uma empresa. Na verdade, a maioria das pessoas decide comprar antes de falar com um profissional de vendas, informou a empresa de serviços da Web Market. Essa mudança de paradigma entre compradores e vendedores forçou as empresas a mudar sua abordagem de marketing. Novas mídias ajudam negócios on-line:

Coletar dados do cliente: a nova mídia ajuda as empresas a coletar mais detalhes sobre seus clientes-alvo. Ao usar programas sofisticados, como sistemas de gerenciamento de relacionamento com clientes, as empresas podem coletar informações sobre seus melhores clientes e usá-las para cultivar relacionamentos de longo prazo .

Construa relacionamentos: Como a maioria dos clientes se guia pelo processo de vendas, as empresas precisam estabelecer um relacionamento com eles antes de estarem prontos para comprar. As empresas usam ferramentas como as mídias sociais para interagir com as pessoas em um nível pessoal, compartilhando informações e experiências de forma a humanizar a marca.

Saiba quando vender: as pessoas são inundadas de anúncios durante todo o dia. Estudos mostraram que a média de pessoas vê 5.000 anúncios ou mais todos os dias, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado SJ Insights, resultando em uma certa quantidade de “cegueira de anúncios” entre os usuários que navegam na Internet. Como seu negócio pode se destacar quando o mundo inteiro está buscando atenção? Às vezes a solução é parar de promover sua marca e focar nas pessoas e suas necessidades. Saber quando e com que frequência enviar uma mensagem de vendas é um componente-chave para o sucesso do marketing de novas mídias .

Indicações maravilhosas de séries de culinária

Se tem uma coisa que é unanimidade e que todo mundo ama, é comida! Não há divergências na grande maioria das vezes e normalmente, costuma unir as pessoas. Tanto as refeições, quanto os assuntos que cercam comida nos conquistam. E com o programa MasterChef, inúmeros filmes e séries deste meio tem nos conquistado, por isso, selecionamos séries que falam, nada mais, nada menos, do que comidas.

O filme ‘Ratatouille’ da Disney narra a história de Remy, um ratinho parisiense, que diferente dos outros ratos consegue distinguir o que é comida e o que é veneno, porém, Remy sonha em ser um chef de cozinha e para conseguir isso, se envolve em inúmeras confusões. A animação não só retrata o dia-a-dia de um dos maiores restaurantes de Paris, como também inspira as pessoas, com o lema do chef Auguste Gusteau: “qualquer um pode cozinhar”.

O documentário ‘Jiro Dreams of Sushi’ retrata a história de Jiro Ono, dono do Sukiyabashi Jiro, em que tenciona fazer o sushi perfeito. O restaurante de três estrelas do Michelin (a pontuação máxima) oferece apenas 10 lugares e pratos de US$ 300.

O ‘Chef’s table’ é uma série de seis episódios, em que cada episódio apresenta-se um chef renomado. Além da série retratar o dia-a-dia de grandes chefs, ela proporciona ao público uma ideia bacana do porquê estes chefs escolheram esta profissão e os desafios e complicações da profissão.

O filme ‘Chef’ retrata notícias do chef Carl Casper que depois de começar a ter problemas no comando de um restaurante tradicional, decide largar tudo e abrir um trailer de comida. Com um clima meio ‘sessão da tarde’, o filme é excelente por mostrar os inúmeros empreendimentos possíveis neste ramo.

Já ‘Cooked’ é estrelado por Michael Polian, que defende a agricultura saudável e trata de como o os alimentos moldam e transformam o nosso mundo. Também existem outras opções de seriados e filmes excelentes, como, por exemplo: ‘Chocolate’; ‘Foodmatters’; ‘The mind of a Chef’; ‘Um sonho de amor’; ‘A fantástica fabrica de chocolate’; ‘Milk’; ‘TED Talks: Mastigue isso’; ‘The Search for General Tso’ e ‘Como Água para Chocolate’.

Em 2018, bateremos a marca de mais da metade do mundo conectado

Recentemente, atingimos um marco inédito, enquanto humanidade, ou seja, mundialmente: mais da metade de toda a população terrena, até o final deste ano, 2018, usará internet — uma das maiores notícias do ano! E isso, em números, representa algo em torno dos incríveis 3,9 bilhões de indivíduos. Na verdade, essa estimativa ultrapassa um pouco os 51%, chegando-se então a 51,2% da humanidade, mais precisamente. Os dados são inteiramente confiáveis, posto que foram retirados do mais recente relatório, publicado no dia 7 de dezembro, da agência da ONU que é voltada à informação e à comunicação. Agência essa, a saber, que é chamada de ‘UIT’.

Até chegado esse momento, o máximo que tivemos foi de exatamente a metade da população, ou seja, 50% da humanidade usando internet. Além de divulgar os dados, a UIT, em texto, e através da pessoa do seu secretário geral, Houlin Zhao, pronunciou-se positivamente a respeito: Disse ele que isso estava representando um passo de importância em direção ao ideal de uma sociedade mais inclusiva quanto à informação global.

Não obstante, houve a ressalva de pontuar-se a realidade de que ainda temos muitas pessoas sem nenhum acesso ao que nomeou de “economia digital”, em todo o mundo. E diante desse problema, eis que ele propõe uma atitude: encorajar que os

setores público e privado invistam mais nisso, através de um ambiente que seja mais favorável à atração desses referidos investimentos. Além disso, também pontuou a necessidade de apoiarmos a inovação tanto tecnológica quanto de negócios, de modo que se possibilite esse ideal de uma revolução digital que não exclua ninguém, em nenhuma parte do mundo.

O relatório em questão, é óbvio, trouxe mais dados de igual relevância. Dentre esses, podemos destacar o acentuado crescimento que teve o uso da internet nos chamados ‘países desenvolvidos’. Nesses, a parcela de pessoas conectadas foi dos 51,3%, registrados no ano de 2005, para os 80,9%, registrados já em 2018. Quanto aos países ’em desenvolvimento’, a exemplo do nosso Brasil, tinha-se uma porcentagem média, em 2005, de apenas 7,7%, enquanto que, já em 2018, esse percentual chega quase à metade da população, com 45,3%. Outro aspecto positivo foi em relação à África, medida isoladamente enquanto região. Nela, a média era de somente 2,1%, em 2005. Desta vez, em 2018, atingiu-se quase um quarto de toda a população do continente, com 24,4%. Fazendo igual cálculo de média por continente, temos o percentual das Américas: em torno de 69,6% dos seus habitantes acessam a internet.

Tipos de economia

Os dois principais sistemas econômicos nas sociedades modernas são o capitalismo e o socialismo. Na prática, nenhuma sociedade é puramente capitalista ou socialista, por isso é útil pensar que o capitalismo e o socialismo estão em lados opostos de um continuum. As economias das sociedades misturam elementos do capitalismo e do socialismo, mas o fazem em graus variados, de modo que algumas sociedades se inclinam para o fim capitalista do continuum, enquanto outras sociedades se inclinam para o fim socialista. Por exemplo, os Estados Unidos são uma nação capitalista, mas o governo ainda regula muitas indústrias em diferentes graus. As indústrias geralmente preferem menos regulação, enquanto seus críticos geralmente preferem mais regulamentação.

Capitalismo: O capitalismo é um sistema econômico em que os meios de produção são de propriedade privada. Por meio da produção , queremos dizer tudo – terra, ferramentas, tecnologia e assim por diante – que é necessário para produzir bens e serviços. À medida que os indivíduos buscam maximizar sua própria riqueza, diz-se que a sociedade como um todo se beneficia. As mercadorias que são produzidas, os serviços são prestados, as pessoas pagam pelos bens e serviços que precisam e desejam, e a economia e a sociedade como um todo prosperam.

Socialismo: As características do socialismo são o oposto daquelas listadas apenas para o capitalismo e foram explicadas com mais clareza por Karl Marx. O socialismo é um sistema econômico no qual os meios de produção são de propriedade coletiva, geralmente pelo governo. Enquanto os Estados Unidos têm várias companhias aéreas que são de propriedade de companhias aéreas, uma sociedade socialista pode ter uma companhia aérea de propriedade do governo.

O objetivo mais importante do socialismo não é a busca do lucro pessoal, mas sim o trabalho pelo bem coletivo: as necessidades da sociedade são consideradas mais importantes do que as necessidades do indivíduo. Por causa dessa visão, os indivíduos não competem uns com os outros por lucro; em vez disso, eles trabalham juntos para o bem de todos. Se sob o capitalismo o governo deveria deixar a economia sozinha, sob o socialismo

Aumento nas vendas da Black Friday surpreende lojistas

Boas notícias para o comércio eletrônico. As vendas do e-commerce em 2018 durante a Black Friday apresentou um aumento que superou as previsões do Ebit, de 15%. Na quinta e sexta-feira (22 e 23 de novembro) as vendas chegaram a R$ 2,6 bilhões de reais, um aumento 23% em ante ao mesmo período no ano passado.

De quinta a domingo, as vendas da Black Friday cresceram 11,2%, em comparação ao mesmo período de 2017. Mais de 96% das lojas virtuais brasileiras criaram promoções. Entre aquelas com mais de 500 mil acessos mensais, a adesão à Black Friday foi absoluta, chegando a 100% com margem de erro de 1%. Os e-commerces menores com menos de 10 acessos por mês foi de 90%.

Os descontos na Black Friday tiveram média de 26,7%, ante 13,7% no ano passado. A ação promocional é uma das mais importantes para o comércio eletrônico, o que representa 4,5% do faturamento anual do setor. Juntamente com os 10 dias que antecedem o Natal, as duas datas, representam juntas 18% do faturamento.

Os descontos para os clientes foram superiores a 50%, dependendo da oferta. As categorias que mais cresceram no volume de vendas foram turismo e transporte, com crescimento de 40%. Seguidos de vestuário e artigos esportivos cuja participação foi de 24% e cosméticos, e higiene pessoal com 17%.

Algumas lojas como o Magazine Luiza venderam o mesmo que 15 dias comuns. O App mais baixado foi o mais baixado da loja. Outro aplicativo com destaque foi o iFood, que fez uma parceria com o Habib’s e juntos venderam mais de 100 mil combos em pouco mais de 8 horas. Foram cerca de 1 milhão de Bib’sfihas e 165 mil minichurros.

Compras continuam

Pesquisa do Google mostrou que 1/4 dos e-consumidores ainda querem comprar durante as semanas que sucedem a data, principalmente se os lojistas manterem descontos atrativos. A empresa também levantou as intenções do público para o 13° salário, que deve injetar

R$ 211,2 bilhões na economia.

Para 46% dos entrevistados, o pagamento extra será usado assim que recebido. Estimativas do Google é que 31 milhóes de pessoas gastem esse dinheiro em compras. As categorias mais buscadas foram roupas (27% dos entrevistados); móveis e artigos para casa (26%); smartphones (19%); PCs e consoles (15%); eletroeletrônicos (15%) e televisão (9%).

Porque se tornar um empreendedor social

A tendência atual para produtos ecologicamente corretos e éticos expõe dúvidas sobre a falta de oportunidades para negócios sociais serem lucrativos. Em resumo, desde que haja necessidade de cumprir e um negócio viável para se desenvolver, não há motivo para você fugir do desafio do segmento de clientes.

Você vai desfrutar de um ambiente de trabalho satisfatório: Já ouviu falar sobre Agricultura Apoiada pela Comunidade, Gestão Cooperativa, Organizações de Teal? Esses modelos participativos e até autogeridos têm surgido nos últimos anos. Grandes exemplos, mas desta vez em relação às organizações da cerceta, seriam a Patagônia , o tampão ou o meio.

Esses modelos de economia de negócios organizacionais ressoam com um número crescente de funcionários. Lembre-se dos novatos? A geração do milênio gosta especialmente dessas práticas, mas não apenas delas. Hierarquias planas onde nossas opiniões são valorizadas, onde contribuímos ativamente no processo de tomada de decisões e onde trabalhamos de forma mais flexível, apelam para nós.

De acordo com a Comissão Européia, uma empresa social é aquela cujo “método de organização ou sistema de propriedade reflete sua missão, usando princípios democráticos ou participativos ou enfocando a justiça social”.

As empresas sociais têm um cartão importante para jogar aqui, pois têm uma governança participativa em seu DNA. De fato, de acordo com a Comissão Européia, uma empresa social é aquela cujo “método de organização ou sistema de propriedade reflete sua missão, usando princípios democráticos ou participativos ou enfocando a justiça social”.

Você entendeu, as empresas sociais necessariamente integram o gerenciamento participativo em seu núcleo. Isso os torna o local ideal para os trabalhadores que tentam evitar estruturas hierárquicas e de cima para baixo.

Você não pode ignorar os fatos: Os últimos anos demonstraram a urgência de abordar questões ambientais, sociais e societais. Na verdade, cerca de 10% da população mundial ainda vive com menos de US $ 1,90 por dia, o aquecimento global atingiu uma altura recorde em 2015, prevê-se que o desperdício global caia até 11 milhões de toneladas por dia até 2100, mortes ocorridas durante a migração os movimentos foram estimados em mais de 5000, e muito mais deles se tornaram cada vez mais urgentes.

Mesmo que organizações sem fins lucrativos, não-governamentais e governos tenham lutado bravamente por melhorias e soluções, ainda não é suficiente. Todos nós precisamos unir forças e integrar essas questões em suas vidas diárias.

Conheça o novo celular de Flip da Samsung, o W2019.

Novas notícias sobre lançamentos da Samsung. A gigante coreana apresentou recentemente o Samsung W2019 smartphone de flip equipado com Android. O modelo sairá de fábrica com uma configuração robusta, semelhante a do Galaxy S9 Plus. Conheça um pouco mais da novidade.

A configuração começa pelo processador processador Snapdragon 845 vem combinado com 6 GB de RAM, que até impressiona, mas não mais que o design. São duas telas (uma interna e outra externa) de 4,2 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels). A interna vem acompanhada de um teclado dos antigos modelos flip. Além disso, o aparelho pode ser utilizado tanto aberto quanto fechado.

A câmera principal, na parte traseira do aparelho, tem 12 megapixels e apresenta com abertura variável do diafragma entre f/1.5 e f/2.4 com ajuste automático conforme a luz do ambiente. Também é possível utilizar o efeito bokeh da câmera para desfocar o fundo das fotos. A câmera frontal de 8 megapixels, localiza-se na parte interna e apresenta uma abertura de f2.0. O dispositivo grava vídeos em 4K (2160p).

Por conta da estrutura o W2019 pesa 257 gramas, um pouco mais pesados do que modelos sem flip. A espessura é de 17,3 milímetros de espessura, o W2019 pesa 257 gramas. Para comparação, o Galaxy S9 possui apenas 8,5 milímetros e pesa somente 163 gramas.

O hardware vem equipado com chipset é o Snapdragon 845, de até 2,8 Ghz de 8 núcleos e memória RAM de 6 GB. Essa configuração permite rodar sem problemas os jogos e apps mais modernos e pesados do mercado. Mesmo com o design que remete aos modelos mais antigos, o aparelho possui uma configuração moderna e competitiva, que acompanha os smartphones mais avançados da atualidade.

A capacidade de armazenamento é de 28 GB e 256 GB, com a possibilidade de expansão via cartão microSD de até 512 GB. Disponíveis nas cores prata e rosa, o Samsung W2019 ainda dispõe de revestimento em vidro na parte traseira. O preço sugerido será de 18.999 yuans (cerca de R$ 10.230 no câmbio direto) e o modelo não tem previsões de chegada ao Brasil.

Pesquisas sobre a produção manufatureira nos EUA enviam sinais diferentes

Pesquisas diferentes oferecem visões diferentes sobre a saúde da economia manufatureira dos EUA. O indicador ISM, amplamente observado por economistas do mundo todo, é responsável por notícias sobre a saúde da produção de bens norte-americana, que subiu para 61,3 pontos em agosto de 2018, mostrando uma série de crescimento indicado pelas pesquisas há mais de um ano. Em contraste, 54,7 é o resultado da pesquisa IHS Markit PMI, que mostra um setor manufatureiro mais moderado, embora ainda esteja desfrutando de um crescimento razoavelmente sólido.

Verificar qual pesquisa está enviando o sinal correto é importante, ainda que, a manufatura representa apenas cerca de 12% do PIB dos EUA, ela continua sendo um indicador da essencial da economia em geral, inclusive no Brasil. Os índices de fabricação do ISM e do PMI, são componentes importantes dos modelos de ‘nowcast’, que tentam medir a taxa atual de crescimento econômico. Falsos sinais sobre a saúde do setor fabril podem custar caro para investidores, empresas e formuladores de políticas.

Com os dados oficiais da produção industrial de agosto deste ano, podemos ter uma ideia melhor de qual levantamento está fornecendo o melhor sinal das tendências reais de produção. Os dados oficiais, produzidos por funcionários do Federal Reserve, mostraram uma produção de 0,2% decepcionante no segundo semestre de 2018, após um ganho mais impressionante de 0,7% em junho deste ano.

Como os dados mensais podem ser voláteis, também é útil observar a tendência, que é geralmente avaliada usando a alteração na produção nos últimos três meses em comparação com os três meses anteriores. Nesta base, a produção subiu 0,5% nos três meses até agosto.

Para comparar o desempenho da pesquisa, usamos os índices de resultado da pesquisa ISM e PMI, em vez dos números da pesquisa principal (que são agregados de vários subíndices da pesquisa), que são traçados com base na mudança de três em três meses.

As pesquisas foram comparadas através de uma simples regressão OLS, que apontou o último índice de produção ISM como indicativo de crescimento de 1,6% na medida oficial de produção de manufatura com intervalo de três meses, superestimando a tendência oficial de crescimento por alguma margem, enquanto uma taxa de crescimento de pouco mais de 0,2% foi indicada pelo PMI.

As comparações mostram que, na última década, a correlação do índice de produção do ISM com o indicador oficial é de 0,81, mas o PMI tem uma correlação maior de 0,89. O ajuste relativamente melhor do PMI com os dados oficiais é especialmente notável nos últimos dois anos, período em que o ISM tendeu a superestimar substancialmente as taxas de crescimento oficiais.

Em 2017, o sinal médio do ISM foi de crescimento de 1,3%, comparado a apenas 0,3% do PMI. Em comparação, a taxa de crescimento oficial durante este período foi em média de 0,5%, portanto muito mais próxima do PMI do que do ISM.

Guilherme Paulus anuncia um novo hotel butique na Cidade Jardim

Muitos, é provável, já conhecem ou ao menos já ouviram falar de Guilherme Paulus, visto que é este, certamente, um nome célebre no seu segmento mercadológico: a hotelaria. Por consequência direta, citar um novo empreendimento seu, ainda que singular em vários aspectos, requererá uma menor apresentação sobre o sujeito por trás do projeto. Basta tão somente lembrarmos que o referido empresário, não bastasse ser dono da GJP, um grupo referência no mercado da hotelaria, é também um dos principais acionistas da CVC, uma operadora também referência no seu respectivo segmento, no caso o turismo. Dito tudo isso sobre ele, passemos à notícia propriamente dita: um novo hotel, padrão Guilherme Paulus, será construído na avenida Cidade Jardim, em São Paulo capital.

O local onde se estabelecerá, especificamente, o empreendimento em questão, já foi até mesmo decidido pelo empresário, posto que ele já comprou o icônico prédio conhecido por ter sido a sede da agência de publicidade DPZ. E é exatamente aí onde surgirá o tal “hotel butique”, dispondo de incríveis 65 apartamentos, segundo confirma o próprio Guilherme Paulus, ainda acrescentando que o hotel contará com rooftop e, como não poderia deixar de ser, também um belo restaurante com direito a um espaço para eventos, igualmente indispensável a empreendimento desse porte.

Todavia, apesar de esclarecidas questões desse tipo, todas relacionadas à estrutura que terá o hotel butique, o mistério fica então relacionado ao nome da bandeira, dentre as quatro já existentes que, por sua vez, dividem-se entre os doze hotéis pertencentes ao grupo e espalhados por todo o país. Não foi realmente decidido se seria um hotel de bandeira Wish ou até mesmo de bandeira Prodigy. Também não deram indícios de preferir a bandeira Linx ou então a Saint Andrews. Ao que tudo indica, dada a mais recente fala de Guilherme Paulus sobre o assunto, evidencia-se, cada vez mais certo de ser concretizado, um desejo do grupo GJP em criar uma nova bandeira, uma nova marca, ou melhor, “algo novo”, como definiu o próprio empresário, no sentido de uma grande inovação. E essa nova bandeira, se seguir a tendência de outros hotéis de mesmo nível, como o de marca Emiliano, acabará por atender não apenas a São Paulo, mas também o Rio de Janeiro.

Quanto ao prazo para que seja lançado esse hotel de tipo butique, Guilherme Paulus, como sempre, foi bem realista e deixou claro que nada pode ser feito da noite para o dia, digamos assim, ainda mais uma obra do tipo, que se pretende luxuosa e, ao mesmo tempo, inovadora sob vário aspectos. Portanto, a estimativa desse lançamento ficou para o intervalo entre o ano de 2020 e o ano de 2021. Sim, demorará um pouco, cerca de dois a três anos, mas esse hotel promete atender às expectativas, quando enfim lançado. Por enquanto, não disponível este, para a sua hospedagem, o leitor poderá conhecer algum dos outros hotéis do grupo GJP, com outras bandeiras, a exemplo do Saint Andrews Gramado e do Wish Serrano Resort, ambos situados na Serra Gaúcha.