Filme “Culpa” traz mistério e prende a atenção

Assistir a filmes é sempre um passatempo prazeroso, várias surpresas podem acontecer no meio da narrativa e principalmente se não lemos nem a sinopse. Então as descobertas são ainda maiores.

Alguns filmes que estão até mesmo fora dos grandes meios de circulação com a sua pegada mais “cult” não deixam a desejar pela sua originalidade e pela história. O filme dinamarquês Culpa, de Gustav Möller, foi exibido na Mostra de Cinema de São Paulo sem estar entre os mais populares. Na prateleira dos desconhecidos o filme não gerava grandes expectativas, mas nada como uma boa surpresa para conquistar os espectadores e ganhar mais espaço nas salas de cinemas do país.

O filme Culpa, foi ganhador do festival de Sundance. Na história o policial Asger Holm (Jakob Cedergren) trabalha atendendo aos chamados policiais emergenciais. As ligações são em geral problemas que a polícia consegue resolver de forma mais simples, mas essa calmaria acaba com uma uma ligação de uma pessoa aflita que pede ajuda para salvar a sua vida e a de sua filha em um sequestro.

O centro do drama mostra na maior parte do tempo o esforço do policial Asger para trazer a melhor solução para o caso, especialmente depois que prometeu para a garota envolvida que ela estaria com a sua mãe.

Os mistérios que cercam a história cativam o espectador que fica mais interessado pelo desenrolar dos fatos sem se decepcionar e nem cair no tédio.

O policial que precisa permanecer na sala de plantão tenta ajudar no caso do sequestro de uma maneira contundente que gera até uma auto-aflição, por causa de um possível impedimento.

É através da fala que são feitas as intervenções na situação dramática, se baseando nas informações que pode obter e pelo o que pergunta, vê e pode deduzir que o policial Holm se esforçará para trazer a ajuda e poder evitar que o pior aconteça.

A maioria das cenas se passam no plantão policial, mas isso não impede que o mistério e a história despertem a vontade de saber como tudo irá terminar, por isso o filme tem o seu destaque nas notícias.

Evolução / História dos Empreendedores

A busca por liderança de qualidade é um processo contínuo que está em prática desde os últimos séculos. A necessidade de um bom líder é um dos fatores que levaram à evolução do empreendedorismo. Além disso, existem vários outros fatores que levaram ao início e à crescente importância do empreendedorismo.

Negociação. Com o avanço da comunicação entre os países e a melhoria no transporte, iniciou o processo de negociação. Foi quando as pessoas se tornaram cada vez mais independentes, o que levou ao sucesso no comércio. Acredita-se também que os comerciantes e os comerciantes foram os primeiros empresários.

Advento de comunidades estáveis ​​e especialização. Quando mais e mais pessoas começaram a se estabelecer em comunidades estáveis ​​e viver como um grupo, uma mudança drástica foi observada em seus estilos de vida. O fato de cada tribo ter um líder individual especializado em uma tarefa não pode ser negligenciado. Cada líder especializado em uma tarefa específica ajudou a acelerar a inovação e o desenvolvimento da qualidade de liderança nos indivíduos. A qualidade da liderança é o que torna os empreendedores tão bem sucedidos no empreendedorismo hoje.

Formação de mercados. Com o aumento do comércio e a formação e criação de mercados em todo o mundo, a necessidade de melhores ideias e qualidades de liderança tornou-se cada vez mais importante. Os primeiros empresários (comerciantes e comerciantes) começaram a assumir mais e mais riscos na negociação para obter lucro. No entanto, com o aumento dos mercados e as exigências das pessoas, inovação e comércio foram considerados como um aspecto importante, e mais e mais pessoas começaram a assumir riscos por se envolverem. Foi quando os primeiros empreendedores começaram a pensar fora da caixa para lidar com a crescente concorrência e ganhar mais lucros.

Necessidade de carreira independente. Com o aumento da população, surgiu a necessidade de escolher um plano de carreira e conseguir um emprego para se estabelecer bem. Devido à falta de bons empregos e ao aumento do número de empregos indignos, cada vez mais pessoas queriam optar por uma carreira independente. Na busca por ter um emprego estável e uma carreira, a maioria das pessoas começou a assumir riscos máximos, iniciando seus próprios pequenos negócios, a fim de obter o máximo de benefícios.

Ensino doméstico é questão de justiça no Brasil

Quem foca em um ensino de qualidade e em uma aprendizagem eficiente sempre preferirá uma educação sólida e está atento aos fatores que possam influenciá-la. De olho nessas variáveis, existem pais que preferem ensinar os seus filhos no aconchego do lar em vez de mandá-los para um local que muitas vezes não está preparado para dar a proteção e o ensino adequado para a criança enquanto esta não está sob a supervisão de seus pais.

Hoje em dia são vários os casos de notícias de desrespeito de alunos contra professores e contra os colegas de classe, além do tempo que se perde em uma aula tentando fazer os alunos que estão atrapalhando permanecerem quietos. Todos esses fatores que incluem as diversas aulas vagas ao longo do ano provocam um prejuízo nos estudos de alunos interessados.

O ponto negativo principal de estar obrigatoriamente em uma sala é que algumas pessoas que não estão interessadas em estudar não se importam em atrapalhar a aula. Por isso, muitas famílias preferem aproveitar o tempo e a energia desperdiçada com os alunos sem disciplina focando em estudos domiciliares com os seus filhos.

São muitas as falhas do ensino tradicional, muitas crianças e adolescentes não conseguem desenvolver as habilidades que realmente irão ajudar na vida profissional ou pessoal por um conteúdo padronizado e massificado.

No Brasil, o ensino doméstico ainda não está legalizado, então ainda existem alguns problemas que surgem para os pais que adotam essa prática. O Supremo Tribunal Federal (STF), através do ministro Luís Roberto Barroso, tomou a decisão de suspender todos os processos judiciais correspondentes à educação domiciliar. A decisão permanecerá até que se tenha uma conclusão sobre o tema, por enquanto ainda não existe um prazo para que isso possa acontecer.

Embora a decisão fosse tomada pelo Supremo Tribunal Federal, Iliani e seu marido tiveram uma denúncia do Ministério Público local e a imposição da Justiça do Paraná para que matriculassem os seus filhos em uma escola. Caso a decisão não fosse acatada poderia haver a perda da guarda dos filhos, mas a família contesta a denúncia afirmando que está em contradição com o STF.

O que é negócio social?

O negócio social é um negócio que visa abordar uma causa social. O investimento na economia feito pelos investidores é inteiramente com a visão de contribuir para o bem-estar social e não para o lucro total. O investidor pode, no entanto, recuperar seu dinheiro após um certo tempo e cobrir todos os custos operacionais da organização.

Embora os negócios sociais possam ser realizados em qualquer área, mas setores como serviços de saúde, habitação, nutrição, educação, serviços financeiros para os pobres e para os que estão em dificuldades continuam sendo a prioridade. Ao contrário das organizações com fins lucrativos, o sucesso no campo dos negócios sociais é governado pela quantidade de impacto que é capaz de criar ou pela mudança positiva que ele foi capaz de trazer ao esquema existente.

Como mencionado anteriormente, o lucro fica em segundo plano, mas as organizações em negócios sociais não são necessariamente proibidas de obter lucros . A sustentabilidade, afinal, tanto da organização quanto do investidor, é importante e o lucro torna isso possível. Há essencialmente, mas um limite na quantidade de lucros que a organização pode fazer e os lucros devem ser utilizados novamente nos negócios. Geralmente, as empresas sociais não podem obter lucros além do investimento real.

Na verdade, nos negócios sociais, a linha entre lucratividade e contribuição social é muito difícil de manter, e muitas vezes acontece que as empresas sociais se tornam organizações lucrativas depois de alguns anos de operação. Por isso, exige a renúncia dos modos de pensar corporativos, porque o que pode começar como uma toupeira pode acabar se tornando uma montanha, 5 – 6 anos depois.

O termo negócio social é freqüentemente confundido com empreendimento social. Ambos são semelhantes em muitos aspectos, mas distintos em outros . Na verdade, os negócios sociais podem ser chamados como um componente do empreendimento social ou uma das maneiras pelas quais uma empresa social se expressa. Além disso, uma empresa social pode receber fundos de pessoas, através de doações ou do governo, um negócio social não pode.

O conceito de negócios sociais foi dado por Muhammad Yunus, que apresentou essencialmente como um modelo alternativo ao capitalismo. O objetivo era superar as deficiências e fracassos do capitalismo, que se concentra apenas no lucro e ignora ou falha em abordar outros lados do negócio. Ele criou um novo sistema onde a lucratividade e os negócios sociais existem simultaneamente. Além disso, os negócios sociais não são impedidos de obter lucros. Eles, no entanto, não têm permissão para receber dividendos e reinvestir o dinheiro ganho como lucro no negócio para escalar as operações e dar o máximo benefício ao máximo de pessoas.

52ª edição do prêmio Carro do Ano vai para Carlos Alberto de Oliveira Andrade

Sentindo-se honrado e feliz com o prêmio que ganhou, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, chairman do maior conglomerado de vendas e produçao de veículos automotivos do Brasil, a CAOA, comenta que esse prêmio reforça a idéia de que a empresa está no caminho certo e que as recentes parcerias da empresa permitiram que o sonho de montar uma nova marca de automóveis com seu nome e uma montadora totalmente nacional se concretizasse, a CAOA CHERY.

 

Com o sucesso de vendas de seu predecessor Tiggo2, o novíssimo Tiggo8 com tecnologia hybrida e elétrica e com sete lugares, ainda não tem data para ser lançado mas deverá ser produzido no país. No famoso Salão do Automóvel de São Paulo, a CAOA CHERY apresentou também seu novo sedan Arrizo5, já disponível para ser comprado em todo país. Ainda para o natal deste ano, a empresa promete o tão esperado SUV Tiggo5X e para o início de 2019 seu terceiro SUV, o Tiggo7.

 

O prêmio é organizado e oferecido pela revista AutoEsporte da Editora Globo conhecido como “Carro do Ano”, escolheu Carlos Alberto de Oliveira Andrade como ganhador deste ano na categoria “Executivo do Ano de 2019” que após conseguir acordos de cooperaçao com a famosa CHERY, possibilitou a criação desta nova e arrojada empresa no setor automobilístico nacional.

 

Doutor Carlos, como é chamado devido à sua formação médica, já superou a surpreendente linha dos um milhão de automóveis vendidos no Brasil.

 

Ainda no início de suas atividades, a CAOA CHERY com um explosivo crescimento em suas vendas, pulou de vigésimo colocado no Ranking de Market Share das marcas no país para décimo quinto colocado mesmo antes do lançamento de seus novos modelos.

 

Apesar de ser formado em medicina, quando comprou um Ford Landau em 1979 na conecessionária FORD de Campina Grande no estado da Paraíba e a empresa faliu antes mesmo de entregar-lhe o automóvel, Carlos Alberto de Oliveira Andrade sentiu seu lado executivo falar mais alto e terminou por assumir a concessionária para compensar o pagamento do automóvel que ele já havia efetuado, fundando a concessaionária FORD chamada CAOA. O que certamente marcou o início desta história de sucesso foi o fato de que em poucos anos a empresa se tornou a maior revendedora da FORD na America Latina em 2006.

 

Em 1992, com a liberação da importação de veículos, a CAOA torna-se a importadora oficial da marca RENAULT com exclusividade no Brasil.

 

Mas não ficou somente com a marca FORD e RENAULT, em 1998 a Subaru também entrou no seu leque de parceiros, tornando a CAOA sua importadora oficial. Em 1999, a Hyundai, interessada no mercado brasileiro, investe forte em marketing, vendas e pós-venda e com a ajuda da CAOA conquista grandes volumes de vendas no país.

 

O estado de Goiás foi o escolhido por Carlos Alberto de Oliveira Andrade para erguer a CAOA Montadora de Veículos S/A, mais precisamente no DAIA, o Distrito Agroindustrial de Anápolis. Com elevada automatização e qualidade nos processos produtivos, a empresa de R$ 1,2 bilhão, foi construída com recursos da própria empresa em 2007.

 

Em 2010 foi ganhou prêmio como “Empresa do Bem” da revista “Istoé” por causa de seu esforço para reaproveitar resíduos da produção de veíulos e de sua ajuda no reflorestamento do país.

 

Dos 179 distribuidores da Hyundai, a CAOA de Carlos Alberto de Oliveira Andrade recebeu o título de “Distribuidor do Ano” da matriz da Hyundai Motor Company, que nunca havia dado este prêmio a nenhuma empresa que não fosse da Europa.

 

No final do ano passado, a CAOA se uniu a CHERY, uma das maiores empresas de exportação de automóveis da China, num acordo de cooperação entre as duas empresas que se tornou histórico e assim nasce a CAOA CHERY, nova montadora totalmente brasileira.

O que é marketing de novas mídias? Conectando-se com um público moderno

Definição: O marketing de novos media centra-se na promoção de marcas e na venda de produtos e serviços através de canais on-line estabelecidos e emergentes , aproveitando esses elementos das novas mídias para engajar potenciais e atuais clientes. O novo marketing de mídia engloba muitos meios diferentes, incluindo publicidade gráfica, marketing de conteúdo e promoções de mídia social . O objetivo de todo novo marketing de mídia é fazer com que os consumidores interajam com a marca, envolvendo-os de uma forma que aumente a conscientização e se correlacione com as vendas.

Como o notícias dee marketing de mídia estão mudando o comércio eletrônico?

Os consumidores de hoje recebem uma quantidade incrível de informações, permitindo que eles pesquisem completamente suas compras antes de entrar em contato com uma empresa. Na verdade, a maioria das pessoas decide comprar antes de falar com um profissional de vendas, informou a empresa de serviços da Web Market. Essa mudança de paradigma entre compradores e vendedores forçou as empresas a mudar sua abordagem de marketing. Novas mídias ajudam negócios on-line:

Coletar dados do cliente: a nova mídia ajuda as empresas a coletar mais detalhes sobre seus clientes-alvo. Ao usar programas sofisticados, como sistemas de gerenciamento de relacionamento com clientes, as empresas podem coletar informações sobre seus melhores clientes e usá-las para cultivar relacionamentos de longo prazo .

Construa relacionamentos: Como a maioria dos clientes se guia pelo processo de vendas, as empresas precisam estabelecer um relacionamento com eles antes de estarem prontos para comprar. As empresas usam ferramentas como as mídias sociais para interagir com as pessoas em um nível pessoal, compartilhando informações e experiências de forma a humanizar a marca.

Saiba quando vender: as pessoas são inundadas de anúncios durante todo o dia. Estudos mostraram que a média de pessoas vê 5.000 anúncios ou mais todos os dias, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado SJ Insights, resultando em uma certa quantidade de “cegueira de anúncios” entre os usuários que navegam na Internet. Como seu negócio pode se destacar quando o mundo inteiro está buscando atenção? Às vezes a solução é parar de promover sua marca e focar nas pessoas e suas necessidades. Saber quando e com que frequência enviar uma mensagem de vendas é um componente-chave para o sucesso do marketing de novas mídias .

Indicações maravilhosas de séries de culinária

Se tem uma coisa que é unanimidade e que todo mundo ama, é comida! Não há divergências na grande maioria das vezes e normalmente, costuma unir as pessoas. Tanto as refeições, quanto os assuntos que cercam comida nos conquistam. E com o programa MasterChef, inúmeros filmes e séries deste meio tem nos conquistado, por isso, selecionamos séries que falam, nada mais, nada menos, do que comidas.

O filme ‘Ratatouille’ da Disney narra a história de Remy, um ratinho parisiense, que diferente dos outros ratos consegue distinguir o que é comida e o que é veneno, porém, Remy sonha em ser um chef de cozinha e para conseguir isso, se envolve em inúmeras confusões. A animação não só retrata o dia-a-dia de um dos maiores restaurantes de Paris, como também inspira as pessoas, com o lema do chef Auguste Gusteau: “qualquer um pode cozinhar”.

O documentário ‘Jiro Dreams of Sushi’ retrata a história de Jiro Ono, dono do Sukiyabashi Jiro, em que tenciona fazer o sushi perfeito. O restaurante de três estrelas do Michelin (a pontuação máxima) oferece apenas 10 lugares e pratos de US$ 300.

O ‘Chef’s table’ é uma série de seis episódios, em que cada episódio apresenta-se um chef renomado. Além da série retratar o dia-a-dia de grandes chefs, ela proporciona ao público uma ideia bacana do porquê estes chefs escolheram esta profissão e os desafios e complicações da profissão.

O filme ‘Chef’ retrata notícias do chef Carl Casper que depois de começar a ter problemas no comando de um restaurante tradicional, decide largar tudo e abrir um trailer de comida. Com um clima meio ‘sessão da tarde’, o filme é excelente por mostrar os inúmeros empreendimentos possíveis neste ramo.

Já ‘Cooked’ é estrelado por Michael Polian, que defende a agricultura saudável e trata de como o os alimentos moldam e transformam o nosso mundo. Também existem outras opções de seriados e filmes excelentes, como, por exemplo: ‘Chocolate’; ‘Foodmatters’; ‘The mind of a Chef’; ‘Um sonho de amor’; ‘A fantástica fabrica de chocolate’; ‘Milk’; ‘TED Talks: Mastigue isso’; ‘The Search for General Tso’ e ‘Como Água para Chocolate’.

Em 2018, bateremos a marca de mais da metade do mundo conectado

Recentemente, atingimos um marco inédito, enquanto humanidade, ou seja, mundialmente: mais da metade de toda a população terrena, até o final deste ano, 2018, usará internet — uma das maiores notícias do ano! E isso, em números, representa algo em torno dos incríveis 3,9 bilhões de indivíduos. Na verdade, essa estimativa ultrapassa um pouco os 51%, chegando-se então a 51,2% da humanidade, mais precisamente. Os dados são inteiramente confiáveis, posto que foram retirados do mais recente relatório, publicado no dia 7 de dezembro, da agência da ONU que é voltada à informação e à comunicação. Agência essa, a saber, que é chamada de ‘UIT’.

Até chegado esse momento, o máximo que tivemos foi de exatamente a metade da população, ou seja, 50% da humanidade usando internet. Além de divulgar os dados, a UIT, em texto, e através da pessoa do seu secretário geral, Houlin Zhao, pronunciou-se positivamente a respeito: Disse ele que isso estava representando um passo de importância em direção ao ideal de uma sociedade mais inclusiva quanto à informação global.

Não obstante, houve a ressalva de pontuar-se a realidade de que ainda temos muitas pessoas sem nenhum acesso ao que nomeou de “economia digital”, em todo o mundo. E diante desse problema, eis que ele propõe uma atitude: encorajar que os

setores público e privado invistam mais nisso, através de um ambiente que seja mais favorável à atração desses referidos investimentos. Além disso, também pontuou a necessidade de apoiarmos a inovação tanto tecnológica quanto de negócios, de modo que se possibilite esse ideal de uma revolução digital que não exclua ninguém, em nenhuma parte do mundo.

O relatório em questão, é óbvio, trouxe mais dados de igual relevância. Dentre esses, podemos destacar o acentuado crescimento que teve o uso da internet nos chamados ‘países desenvolvidos’. Nesses, a parcela de pessoas conectadas foi dos 51,3%, registrados no ano de 2005, para os 80,9%, registrados já em 2018. Quanto aos países ’em desenvolvimento’, a exemplo do nosso Brasil, tinha-se uma porcentagem média, em 2005, de apenas 7,7%, enquanto que, já em 2018, esse percentual chega quase à metade da população, com 45,3%. Outro aspecto positivo foi em relação à África, medida isoladamente enquanto região. Nela, a média era de somente 2,1%, em 2005. Desta vez, em 2018, atingiu-se quase um quarto de toda a população do continente, com 24,4%. Fazendo igual cálculo de média por continente, temos o percentual das Américas: em torno de 69,6% dos seus habitantes acessam a internet.

Tipos de economia

Os dois principais sistemas econômicos nas sociedades modernas são o capitalismo e o socialismo. Na prática, nenhuma sociedade é puramente capitalista ou socialista, por isso é útil pensar que o capitalismo e o socialismo estão em lados opostos de um continuum. As economias das sociedades misturam elementos do capitalismo e do socialismo, mas o fazem em graus variados, de modo que algumas sociedades se inclinam para o fim capitalista do continuum, enquanto outras sociedades se inclinam para o fim socialista. Por exemplo, os Estados Unidos são uma nação capitalista, mas o governo ainda regula muitas indústrias em diferentes graus. As indústrias geralmente preferem menos regulação, enquanto seus críticos geralmente preferem mais regulamentação.

Capitalismo: O capitalismo é um sistema econômico em que os meios de produção são de propriedade privada. Por meio da produção , queremos dizer tudo – terra, ferramentas, tecnologia e assim por diante – que é necessário para produzir bens e serviços. À medida que os indivíduos buscam maximizar sua própria riqueza, diz-se que a sociedade como um todo se beneficia. As mercadorias que são produzidas, os serviços são prestados, as pessoas pagam pelos bens e serviços que precisam e desejam, e a economia e a sociedade como um todo prosperam.

Socialismo: As características do socialismo são o oposto daquelas listadas apenas para o capitalismo e foram explicadas com mais clareza por Karl Marx. O socialismo é um sistema econômico no qual os meios de produção são de propriedade coletiva, geralmente pelo governo. Enquanto os Estados Unidos têm várias companhias aéreas que são de propriedade de companhias aéreas, uma sociedade socialista pode ter uma companhia aérea de propriedade do governo.

O objetivo mais importante do socialismo não é a busca do lucro pessoal, mas sim o trabalho pelo bem coletivo: as necessidades da sociedade são consideradas mais importantes do que as necessidades do indivíduo. Por causa dessa visão, os indivíduos não competem uns com os outros por lucro; em vez disso, eles trabalham juntos para o bem de todos. Se sob o capitalismo o governo deveria deixar a economia sozinha, sob o socialismo

Aumento nas vendas da Black Friday surpreende lojistas

Boas notícias para o comércio eletrônico. As vendas do e-commerce em 2018 durante a Black Friday apresentou um aumento que superou as previsões do Ebit, de 15%. Na quinta e sexta-feira (22 e 23 de novembro) as vendas chegaram a R$ 2,6 bilhões de reais, um aumento 23% em ante ao mesmo período no ano passado.

De quinta a domingo, as vendas da Black Friday cresceram 11,2%, em comparação ao mesmo período de 2017. Mais de 96% das lojas virtuais brasileiras criaram promoções. Entre aquelas com mais de 500 mil acessos mensais, a adesão à Black Friday foi absoluta, chegando a 100% com margem de erro de 1%. Os e-commerces menores com menos de 10 acessos por mês foi de 90%.

Os descontos na Black Friday tiveram média de 26,7%, ante 13,7% no ano passado. A ação promocional é uma das mais importantes para o comércio eletrônico, o que representa 4,5% do faturamento anual do setor. Juntamente com os 10 dias que antecedem o Natal, as duas datas, representam juntas 18% do faturamento.

Os descontos para os clientes foram superiores a 50%, dependendo da oferta. As categorias que mais cresceram no volume de vendas foram turismo e transporte, com crescimento de 40%. Seguidos de vestuário e artigos esportivos cuja participação foi de 24% e cosméticos, e higiene pessoal com 17%.

Algumas lojas como o Magazine Luiza venderam o mesmo que 15 dias comuns. O App mais baixado foi o mais baixado da loja. Outro aplicativo com destaque foi o iFood, que fez uma parceria com o Habib’s e juntos venderam mais de 100 mil combos em pouco mais de 8 horas. Foram cerca de 1 milhão de Bib’sfihas e 165 mil minichurros.

Compras continuam

Pesquisa do Google mostrou que 1/4 dos e-consumidores ainda querem comprar durante as semanas que sucedem a data, principalmente se os lojistas manterem descontos atrativos. A empresa também levantou as intenções do público para o 13° salário, que deve injetar

R$ 211,2 bilhões na economia.

Para 46% dos entrevistados, o pagamento extra será usado assim que recebido. Estimativas do Google é que 31 milhóes de pessoas gastem esse dinheiro em compras. As categorias mais buscadas foram roupas (27% dos entrevistados); móveis e artigos para casa (26%); smartphones (19%); PCs e consoles (15%); eletroeletrônicos (15%) e televisão (9%).